sexta-feira, 9 de julho de 2004

Teólogos reunidos na Conferência Episcopal Italiana, realizada na semana passada na Universidade Lateranense de Roma, discutiram os "pecados cibernéticos", os quais devem ser adicionados àqueles já difundidos pela Igreja Católica.

Durante o evento, cerca de 40 teólogos concluíram que os novos costumes e o uso indiscriminado dos meios eletrónicos e da internet fizeram com que o "sentimento do pecado" caísse em desuso, e que surgissem "novas formas de pecar".

Entre as novas modalidades de pecado estaria o uso indevido do computador, aí incluídos o uso de software sem licença, a criação e difusão de vírus, o envio de e-mails anónimos com mensagens falsas e o download ilegal de músicas e filmes. Os spams e as actividades dos hackers também podem levar o internauta a queimar no inferno, de acordo com os teólogos.

Os pecados considerados mais graves foram a criação e o uso de sites pornográficos e o fornecimento de informações pessoais falsas nas conversas via chat. Também estará em débito com Deus quem "passar a noite conversando com uma pessoa que não é o marido, a esposa ou os filhos", ou quem mantiver uma relação sentimental virtual.

(IBLnews)

Ou seja, as coisas aínda estão piores do que pensavamos. Aínda bem que aqui no blog ninguém pratica *nenhuma* das actividades pecaminosas descritas acima. Para vocês, pecadores cibernéticos, não há reconciliação possivel.

Deus vos salve.

1 comentário:

inês disse...

Já um dos 10 mandamentos dizia... Não cobiçarás o computador alheio (?!)